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A crioulada de Cachoeira fez requerimentos para serem livres. Em outras palavras, os escravos negros nascidos no Brasil ousavam pedir, organizadamente, liberdade! (…) Estão tolos, mas a chicote tratam-se…
Em abril de 1823, Maria Bárbara Garcez Pinto, dona de escravos no Recôncavo baiano, escrevia ao marido, que se encontrava em Portugal, dizendo-se escandalizada com as notícias de que os negros da região tinham encaminhado petições às cortes de Lisboa reivindicando a liberdade.
1822 - Laurentino Gomes